Coletivo Ana Montenegro

sexta-feira, 26 de julho de 2013

! VIVA O EL 26

     

Há sessenta anos, em 26 de Julho de 1953, sob uma violenta ditadura militar, comandada por Fulgêncio Batista, revoltados contra o desemprego, a extrema pobreza, o analfebetismo e a situação precária da saúde em Cuba, um grupo de 131 pessoas, lideradas por Fidel Castro e Abel Santamaria, assaltam o quartel Moncada, em Santiago de Cuba, uma província do estado cubano. Nesse combate muitos foram feridos, mortos e, assim como Fidel, muitos foram presos. Fidel é julgado e faz sua própria defesa conhecida como “ A história me absolverá” .Anistiado em 1955 Fidel, seu irmão Raul e outros como Camilo Cienfuegos e Che Guevara,  Haideé Santamaria  e Vilma Spin, criaram o Movimento 26 de Julho, uma grande organização, com apoio popular que triunfou,com a tomada do poder pelo povo cubano,  seis anos depois, em 1º de Janeiro de 1959, acabando com a ditadura de Batista que entregara o país e suas riquezas aos norte-americanos.
A Revolução Cubana, com as organizações populares, com o governo, com o Partido Comunista Cubano, vem, desde então, construindo o caminho  socialista, que  inspira muitos povos do mundo,especialmente o latino-americano,pelos princípios e ideais revolucionários,na luta e na construção por um mundo justo, livre, igualitário e solidário.  
Na agenda, infelizmente, ainda tem o povo cubano, temas como o bloqueio imposto pelos Estados Unidos que lhe impede o pleno desenvolvimento social, a liberdade dos cinco antiterroristas cubanos e o apoio para o regresso de todos. Essa  política, ofensiva à dignidade do povo e do governo cubano, de todo modo, já não vem encontrando apoio da comunidade internacional.
Cuba, sempre sob uma constante agressão e desinformação midiática, atualiza seu modelo socioeconômico, com o apoio do povo cubano para as transformações em andamento no país, através de infinitas reuniões e discussões democráticas nas organizações populares, na busca pelo desenvolvimento social e pela construção de uma sociedade justa e fraterna, superando seus limites na medida em que resiste ao império estadunidense, ao imperialismo.
O nosso COLETIVO DE MULHERES ANA MONTENEGRO, é um espaço de construção de iniciativas, propostas e intercâmbios de estratégias a favor da solidariedade incondicional com o povo cubano, particularmente as mulheres, de crítica ao governo brasileiro por suas medidas paliativas para a saúde, porém, defendendo a presença de médicos de Cuba no país, na medida em que tal pode desencadear uma mobilização para ampliar os recursos à saúde, com políticas para a formação de recursos humanos e de uma infra- estrutura que permita uma atenção integral e de alta qualidade,  somente possível com um sistema 100% público e estatal, como bem o merecem as mulheres ribeirinhas do nosso país que não tem médicos e nem políticas de saúde.
As mulheres do ANA MONTENEGRO, sabemos que o processo saúde/doença de uma sociedade é determinado pelas relações de classe existentes em um modo de produção e nesse sentido, não cremos em mudanças estruturais do sistema de saúde sem profundas transformações da estrutura econômica e social do nosso país.
A Revolução Cubana modificou profundamente o panorama de saúde no país, edificado sobre as bases de uma sociedade socialista, que tem, entre outras coisas,bem desenvolvida a saúde integral da mulher.  Hoje, Cuba é uma potência nas áreas da medicina e da biotecnologia, fato reconhecido até pela Organização Mundial da Saúde (OMS), porém  ,tem esse modelo de saúde porque tem um sistema voltado para uma estratégia anti-capitlista, o que, não ocorre com o Brasil.
Viva o 26 de Julho! Viva Cuba livre! Viva EL 26, como dizem os cubanos!

COLETIVO DE MULHERES ANA MONTENEGRO 

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Hoje, em São Paulo


Vamos à luta: contra a aprovação do Estatuto do nascituro e o pacto da burguesia com o desmonte de direitos conquistados pelas mulheres


O QUE É A BOLSA ESTUPRO

O COLETIVO DE MULHERES ANA MONTENEGRO, manifesta seu repúdio ao Projeto de Lei 4708/2007 que propõe lei no sentido de proteger o nascituro, entendendo-o como um ser humano concebido, embora ainda não nascido. Dá-lhe direito à vida, à saúde, ao desenvolvimento e à integridade física. O nascituro concebido em decorrência de estupro pode ser, a critério da mãe,  encaminhado à doação. Ganhará a mãe auxílio do Estado para educá-lo e mantê-lo, ou seja, receberá a mãe estuprada o que as feministas chamam de bolsa-estupro até que o genitor se responsabilize pela paternidade e pensão.

O CAPITALISMO E A POLÍTICA MERCANTILISTA : RETROCESSO NOS DIREITOS DAS MULHERES

Para o Estatuto o embrião tem o mesmo status jurídico que a mãe, o que, contraria frontalmente a nossa Constituição Federal. Representa um retrocesso na efetivação dos direitos humanos da mulher brasileira.  No campo jurídico, uma aberração já que temos para o mesmo embrião, duas situações: os que estão no útero da mulher são imexíveis  e os que estão fora são negociados como mercadorias ( os congelados, os realizados em clínicas ditas de reprodução assistida, embriões-mercadorias da engenharia genética aprovada pela Lei de Biossegurança).As mulheres somos vítimas da violência perpetrada pelo Estado brasileiro capitalista, que insiste em não permitir  o acesso das mulheres aos serviços de aborto previstos em lei, nos casos de risco de vida à gestante, estupro e gravidez de feto anencéfalo.O projeto vem contra essas conquistas, após décadas de lutas feministas, já que o aborto é legalizado no Brasil nesses casos ( estupro, de risco de vida para a mulher ou anencefalia do feto). Caso o projeto Bolsa Estupro seja aprovado ( defendido pelas bancadas evangélica e católica), um óvulo fecundado, torna-se sujeito de direitos em igualdade de condições com a vida de uma mulher adulta.Se a mulher optar por interromper a gravidez, poderá ser julgada e presa.Repudiamos o Projeto que não veio para conceder direitos a embriões e sim para limitar e retirar direitos já conquistados na luta pelas mulheres e apontamos com todas as organizações feministas os motivos de sua recusa. A única solução para as questões relativas à  saúde da mulher, é um  serviço 100% público não tratado como mercadoria, daí o nosso NÃO ao pacto governamental com as elites.  As mulheres queremos ter nossa autêntica representação numa Assembleia  Popular Constituinte na qual possamos expressar nossas reais demandas com propostas de soluções anticapitalistas, contra os monopólios burgueses que transformam nossos corpos em mercadorias.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

15 DE MAIO - 65º aniversário da Nakba

VIVA A PALESTINA LIVRE!

Dia de memória e resistência contra o Imperialismo

Hoje, 15 de Maio, é um dia muito importante para os palestinos, para a humanidade, denominado, NAKBA, uma palavra árabe que significa catástrofe/tragédia, ou seja, o dia em que os líderes sionistas, em 1948, formaram o Estado de Israel, em terra palestina, para tanto massacrando e expulsando o povo palestino de suas terras. Para criação deste Estado de Israel, cerca de oitocentos mil palestinos foram expulsos de suas terras, cidades e vilas inteiras foram tomadas ou destruídas, esvaziadas de sua população, um crime contra a humanidade de enormes proporções, ainda hoje negado e envolvido em falsificação. Na verdade, desde o século 19 o povo palestino já vinha sendo expulso por meio de compras e confiscos de suas terras. A estratégia de terror adotada na ocupação das terras palestinas para a construção do Estado de Israel foi deliberadamente planejada tendo em vista os interesses geopolíticos da emergente nação estadunidense, no Mundo Árabe. As grandes potências mundiais (Estados Unidos, Europa e a antiga União Soviética) e, também o governo brasileiro, apoiaram a formação do Estado de Israel.

quinta-feira, 7 de março de 2013

PARA ALÉM DA LUTA POR DIREITOS: ORGANIZAR PARA A RUPTURA COM O CAPITALISMO


A comunista alemã, Clara Zetkin, no II Congresso Internacional das Mulheres Socialistas, em Copenhagen (1910), propõe a existência de uma data para a lembrança/comemoração das lutas das mulheres. A data nos remete às operárias têxteis de Nova York (EUA) que, em 1857 (ou em 1910, para algumas historiadoras, em função das greves por igualdade salarial e melhores condições de trabalho para homens e mulheres, foram mortas, por intolerância patronal, em um incêndio na fábrica na qual trabalhavam. O dia 8 de março também remete às trabalhadoras russas, que contribuíram com a revolução soviética, em suas campanhas pelo direito ao voto, contra as discriminações, a fome, a guerra, a exploração entre os anos de 1911 e 1917.
As mulheres trabalhadoras organizadas vão, ao longo da história, construindo na luta essa data – o Oito de Março – desde 1921/1922 (reconhecida oficialmente pela ONU apenas em 1975), já que a dominação e a exploração sobre as mulheres é um processo que assumiu diferentes formas ao longo da história da humanidade.
Para nós, do COLETIVO ANA MONTENEGRO, a questão central, aquela que guia nossas análises e nossa ação, é luta contra a exploração do trabalho assalariado, contra o trabalho não remunerado, a demissão imotivada, em síntese, a contradição capital-trabalho, concebendo o Feminismo como sujeito político, com protagonismo das mulheres nessas lutas.
Debatemos o papel feminino na política, articulando a luta das mulheres com a luta pela emancipação da classe trabalhadora, aprofundando o debate e a luta contra o caráter social e histórico da opressão das mulheres inseridos na exploração de classe, uma vez que ambos compõem elementos da mesma totalidade: o modo de produção e reprodução social capitalista. Nesse sentido, o socialismo é a resposta mais possível para a questão da violência contra a mulher!
Trabalhamos dialogando, no âmbito do movimento feminista, em parceria com os demais movimentos sociais que acumulam e ampliam ações de ruptura com as instâncias que perpetuam as desigualdades sociais e econômicas e estruturam os pilares da dominação patriarcal capitalista na contemporaneidade. Atuamos em conjunto com aqueles e aquelas que reivindicam a unificação da luta das mulheres num processo de transformação radical das relações sociais em sua totalidade, a partir da luta anticapitalista e anti-imperialista.
A crise econômica mundial, sistêmica no capitalismo, presente no Brasil, atinge sobretudo as mulheres, em suas precárias relações de trabalho, sob o tacão do capital, que lança uma ofensiva contra os trabalhadores e as trabalhadoras, através do ACE (Acordo Coletivo Especial) proposto pelo outrora combativo Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, pretendendo autorização legislativa para negociar as relações de trabalho, flexibilizando ainda mais a legislação e os direitos trabalhistas, com o beneplácito do Governo Dilma. Soma-se a isso a violência de gênero e classe, o assédio no ambiente de trabalho em função das relações assimétricas de poder postas pelo capitalismo, a sobrecarga de responsabilidades não socializadas com a casa e família. Não há perspectivas para as mulheres nos marcos do capitalismo, porque o modo de produção não se limita à atividade econômica imediata, atingindo a vida social, o modo de existência, o cotidiano das mulheres.
O caráter de classe do estado brasileiro, os laços entre o governo brasileiro e o capital , a forma de atuação hoje nem mesmo dissimulada, na perspectiva de manutenção da ordem capitalista, com seu ciclo burguês plenamente consolidado, parte integrante do processo de acumulação mundial, se escancara: no trabalho das mulheres, no aprofundamento do descompasso entre a produtividade e os salários (aumento da produtividade do trabalho sem que os salários sigam a mesma proporção), nos ataques aos direitos trabalhistas e previdenciários, nas tentativas de controle sobre a gravidez das mulheres, na não legalização do aborto, na privatização das creches e serviços de saúde, na concentração de terras pelo agronegócio, no endividamento das famílias, na concessão dos veículos de comunicação sem marco regulatório, permitindo a formação de verdadeiros impérios fortalecedores da dominação ideológica no país, que insistem em desrespeitar a imensa diversidade étnico-cultural dos trabalhadores e das mulheres brasileiras.
O imperialismo atinge todos os povos, homens e mulheres, com guerras, ameaças e, principalmente, saqueando as riquezas naturais dos países periféricos e emergentes. Daí a necessidade do exercício do internacionalismo proletário, com a nossa solidariedade às mulheres do mundo contra a opressão, especialmente as do mundo árabe, com particular atenção para com o povo palestino, massacrado pelo Estado terrorista de Israel, da Somália, do Sahara Ocidental. Toda solidariedade aos trabalhadores e trabalhadoras europeus, com destaque para gregos e irlandeses, que bravamente lutam contra a crise do capital e, na América Latina, ao Haiti ocupado, a Cuba socialista, que continua sofrendo os embargos econômicos impostos pelos EEUU, aos lutadores da Colômbia, que buscam a paz com igualdade social. Estendemos especial solidariedade aos homens e mulheres da Venezuela, neste momento de extrema comoção popular pela morte de Hugo Chávez, mantêm-se alertas em defesa da Revolução Bolivariana.
É preciso atenção para com a vaga reacionária em curso no mundo, de caráter fascista, que criminaliza os movimentos sociais, que pratica a homo e a lesbofobia, que age com discriminação e violência contra os imigrantes expulsos de seus países em função do caráter exckudente do capitalismo. Também presente no Brasil, a onda conservadora traduz-se no aumento da humilhação e do assédio às mulheres no trabalho (a exemplo das operadoras de telemarketing), na revivência do trabalho escravo (no norte do país e, em São Paulo, com as mulheres bolivianas na indústria e comércio de roupas; em canteiros de obras e no campo, em propriedades do latifúndio assassino). Definitivamente: o capitalismo não oferece solução aos problemas da humanidade.
As feministas do PCB queremos a construção de uma sociedade livre da exploração do trabalho pelo capital, em um estado laico. Na luta de classes, levamos em conta as demandas específicas das mulheres: direito a uma vida sem violência, com políticas públicas efetivas de não violência contra a mulher, com moradia digna e reforma agrária, fim da mercantilização do corpo da mulher, prevenção e atenção à saúde integral da mulher com a legalização do aborto, garantia de trabalho, redução da jornada de trabalho sem redução salarial, não demissão imotivada, não ao ACE (acordo coletivo especial pelo qual o negociado prevalece sobre o legislado), socialização do trabalho doméstico com a criação de espaços como restaurantes e lavanderias públicas e creches de qualidade, medidas que promovam a conscientização e a participação política das mulheres, ensino público, laico, de qualidade, não sexista, não racista e não lesbofóbico, desmascaramento dos processos de higienização social que ocorrem no país ditados pelos interesses capitalistas (escondidos sob falsas campanhas gigantescas, como shows pirotécnicos, copas esportivas, lutas contra as drogas ou simplesmente especulação imobiliária), nos quais o Estado afasta de forma brutal e violenta as mulheres de suas casas.
Queremos e formaremos com as feministas revolucionárias um bloco histórico, a partir da unidade de ação, respeitando os ritmos e cultura de cada organização, buscando avançar na realização do poder popular, na construção de uma hegemonia econômica, política, cultural, filosófica e moral socialista, enfim, uma verdadeira contra-hegemonia ao modo de produção e de vida capitalista, criando condições de luta pelo fim da exploração e opressão sobre as mulheres e sobre a humanidade.
Ousar lutar, ousar vencer!
Coletivo Ana Montenegro
08. 03.2013

domingo, 17 de fevereiro de 2013

A BLOGUEIRA ANTI-CUBANA



A anti- cubana, blogueira Yoani Sanchez está chegando ao Brasil, a pedido do documentarista Dado Galvão e da editora Contexto ( direção de Jayme Pinsky) com o fim de atacar as conquistas da Revolução Cubana. A moça – assim como todos os cubanos – teve o direito e cursou Universidade gratuitamente (formada em Filologia Hispânica), tendo inclusive morado na Suiça e depois retornado à Cuba. 

É conhecida como blogueira, e se diz defensora dos direitos humanos, mas, nunca teve uma palavra em defesa de seu país quanto aos criminosos embargos opostos contra Cuba pelos Estados Unidos que atingem gravemente a economia do povo cubano, ou mesmo em defesa dos heroicos Cinco Cubanos presos por monitorarem as atividades de terroristas cubanos que atuavam em Miami, ou atacar a miséria humana exposta em Guantanamo.

Tudo isso, por si só, já faz de Yoani uma ativista anti-Cuba, quiçá financiada para atacar a Revolução Cubana, pela Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP), entidade ligada aos golpes militares na América Latina, e ainda com o equivocado apoio do Senador Suplicy. 

A Revolução Cubana com sua a ousada experiência popular, buscando sempre a partir de seu povo, conquistas que não são apenas para o povo cubano, mas sim, numa solidariedade internacionalista para a humanidade. Essa luta continua, contra os embargos que ainda sufocam Cuba ,e ,hoje mais do que nunca, pela Libertação dos Cinco Heróis. Com autonomia e soberania, com o elevado grau de consciência que tem o povo cubano sobre seus próprios problemas, prossegue a luta pela construção do socialismo. Os índices de escolarização e acesso ao conhecimento são os maiores do mundo, principalmente se levado em conta que Cuba nunca se apropriou de riquezas de nenhuma outra nação para alcançar esses indicadores, nunca travou guerras de pilhagem de riquezas e nem escravizou, qualquer povo ou país.

O COLETIVO DE MULHERES ANA MONTENEGRO, defensor intransigente da Revolução Cubana, se contrapõe a essa campanha midiática que desinforma sobre a realidade cubana, distorcendo a imagem de Cuba socialista feita pela blogueira cubana com o apoio da grande imprensa.

Viva o socialismo! Viva Cuba! 

COLETIVO DE MULHERES ANA MONTENEGRO

A BLOGUEIRA ANTI-CUBANA

A anti- cubana, blogueira Yoani Sanchezestá chegando ao Brasil, a pedido do documentarista Dado Galvão e da editora Contexto (direção de Jayme Pinsky) com o fim de atacar as conquistas da Revolução Cubana.A moça – assim como todos os cubanos – teve o direito e cursou Universidade gratuitamente (formada em Filologia Hispânica), tendo inclusive morado na Suíça e depois retornado à Cuba.

É conhecida como blogueira, e se diz defensora dos direitos humanos, mas, nunca teve uma palavra em defesa de seu país quanto aos criminosos embargos opostos contra Cuba pelos Estados Unidos que atingem gravemente a economia do povo cubano, ou mesmo em defesa dos heroicos Cinco Cubanos presos por monitorarem as atividades de terroristas cubanos que atuavam em Miami, ou atacar a miséria humana exposta em Guantánamo.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

CONTRA A OPRESSÃO DE GÊNERO E EXPLORAÇÃO DA CLASSE TRABALHADORA

O Coletivo de Mulheres Ana Montenegro fez sua primeira reunião de organização no Paraná neste mês de janeiro.  Com o objetivo de organiza-se como frente de massas importante à luta travada contra a opressão de gênero e exploração da classe trabalhadora.

Nós, militantes do Coletivo, concebemos o Feminismo como sujeito político das mulheres.  Além de debatermos o papel feminino na política, também compomos parceria com os demais movimentos sociais que acumulam e ampliam ações de ruptura com as instâncias que perpetuam as desigualdades sociais e estruturam os pilares da dominação patriarcal capitalista na contemporaneidade.  Assim, dialogamos no âmbito do movimento feminista, com todos os grupos que reivindiquem os elementos que unificam a luta das mulheres com um processo de transformação radical das relações sociais em sua totalidade.

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

COMUNICADO ÀS FEMINISTAS DA INDIA

DEAR COMRADE,

It is impossible that violence against women! We, the communists of the COLLECTIVE OF WOMEN “ANA MONTENEGRO” are in solidarity with the struggles that you guys certainly have to condemn this type of violence, ie, violence against women just because they are women!

Protest, protest! to the condemnation of the guilty and a state policy against this!!

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

ZULEIKA ALAMBERT


Nós do COLETIVO DE MULHERES ANA MONTENEGRO nos solidarizamos e apresentamos nossas condolências para  com seus familiares e amigos  com    a dor da perda de ZULEIKA.  Nós  entendemos,  por  outro  lado,  que  a  sua  obra feminista  e  de  uma  grande  comunista  enquanto  militante  e  dirigente  do PCB – PARTIDO COMUNISTA BRASILEIRO,  que  ela  continuará  viva  para nós, como exemplo de mulher guerreira e revolucionária que foi e continuará sendo na memória de todas nós, especialmente as mulheres.


Ousar lutar, ousar vencer!


Mercedes Lima, Valmíria G. Cardoso e Aneri Tavares



ZULEIKA ALAMBERT

Zuleika Alambert nasceu em 23 de dezembro de 1922, em Santos, São Paulo. A primeira dos seis filhos de Juvenal Alambert e Josepha Prado Alambert.  
Tem formação em Ciências Contábeis e concluiu o Curso Intensivo de Economia, de Filosofia e História do Movimento Operário Internacional, Moscou. URSS
Assistente Técnico Parlamentar na Assembleia Legislativa.
Secretária de Estado de Negócios Metropolitanos, São Paulo.
Presidente (Conselho Estadual da Condição Feminina - Presidente (1986-1987).  Coordenadora da Comissão de Educação, Cultura e Meio Ambiente(1994-1996).
Conselheira e Vice-Presidente do Conselho (1995). 

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

CONTRA O MASSACRE DE ISRAEL À GAZA




ANA MONTENEGRO – SEMINÁRIO EM SÃO PAULO


ANA MONTENEGRO – SEMINÁRIO EM SÃO PAULO











BASTA DE VIOLÊNCIA CONTRA O POVO PALESTINO

Gaza, o pequeno local da Palestina, é sobrevoado praticamente todos os dias por aviões e helicópteros e até mesmo mísseis israelenses, em um sufocante cerco militar, econômico e social ao povo palestino.

A região é superpovoada porque Israel expulsou o povo palestino de suas terras se constituindo numa faixa de terra na qual o povo palestino se vê oprimido entre o mar e as armas israelenses. Ainda temos na memória os ataques, particularmente aquele de dezembro de 2008, que mataram sumariamente cerca de um mil e quinhentas pessoas, especialmente mulheres e crianças.

domingo, 11 de novembro de 2012

Campanha dos 16 dias de ativismo contra a violência de gênero

25 de Novembro - Dia da Não Violência contra as Mulheres

Em 1991, em um congresso feminista latino-americano, com o objetivo de promover debates e denunciar as várias formas de violência de gênero, foi lançada a campanha dos 16 dias de ativismo, dias de lembrança e ação na luta contra toda forma de preconceito, opressão e discriminação sofridos pela mulher, sendo essa uma iniciativa de âmbito nacional e internacional ocorrendo, simultaneamente em cerca de 120 países com um trabalho educativo, de sensibilização e de lutas pela não violência contra as mulheres.

Assédio no trabalho é maior entre mulheres em todas as carreiras, diz OIT

A mulher está mais sujeita ao assédio sexual em todas as carreiras. Dados da OIT (Organização Internacional do Trabalho) indicam que 52% das mulheres economicamente ativas já sofreram assédio sexual.

O principal efeito que o assédio sexual produz no contrato de trabalho é a sua dissolução, através do pedido de demissão, abandono de emprego e rescisão indireta - quando a despedida ocorre motivada por ato danoso praticado pelo empregador, afirma a vice-presidente do TST (Tribunal Superior do Trabalho), ministra Maria Cristina Peduzzi.

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

12 de AGOSTO – DIA DE LUTA CONTRA A VIOLENCIA NO CAMPO E POR REFORMA AGRÁRIA



“Émelhor morrer na luta do que morrer de fome”

Margarida Alves

Margarida Maria Alves foi uma grande sindicalista brasileira, responsável por lutas trabalhistas,( mais de cem ações trabalhistas no Estado da Paraíba) durante a ditadura militar, tendo sido assassinada em 12 de agosto de 1983, daí a existência da chamada Marcha das Margaridas, sempre com a presença da CONTAG , na qual as mulheres trabalhadoras, especialmente as do campo, saem em passeata pelas ruas de Brasília, para lembrar sua morte.

quinta-feira, 19 de julho de 2012




        
COLETIVO DE MULHERES ANA MONTENEGRO
                                             
         O discurso religioso mascarando o Racismo e o Machismo

           “Homem de Deus quanto à idade e à raça”, com esse título, o fundador da Igreja Universal do Reino de Deus, Edir Macedo, dirige-se a seus seguidores com orientações sobre quais procedimentos devem ser adotados para o casamento.

            Em diversas ocasiões o líder da Universal trouxe a público suas ideias machistas, homofóbicas e racistas e, no texto divulgado no dia 13/07/2012 através do portal “Arca Universal”, não foi diferente. Em meio a afirmações marcadas por preconceitos, o pastor consegue transitar pelo machismo e pelo racismo, sem pudores, tendo como fundamento apenas suas opiniões pessoais e, em nenhum momento, amparando -se em trechos da Bíblia (o livro que alicerça a conduta dos cristãos, dos seguidores da religião protestante).

         O “bispo” orienta seus fieis sobre como escolher a companheira e, logo nos dois primeiros parágrafos Edir Macedo reproduz um antigo preceito, extremamente machista, que alega que a mulher deve ser submissa ao homem: “O rapaz que deseja fazer a Obra de Deus não deve se casar com uma moça que tenha idade superior à dele, salvo algumas exceções, como por exemplo, aquele que é suficientemente maduro e experiente na vida para não se deixar influenciar por ela.” E complementa sua proposição arcaica argumentando que “(...) temos visto que quando a mulher tem idade superior à do seu marido, ela, que por natureza já tem o instinto de ser 'mandona", acaba por se colocar no lugar da mãe do marido.”. A relação amorosa, longe de ser  uma convivência ou partilha, tem para ele o caráter de dominação exercida pelo homem sobre a mulher. E, sendo assim, a mulher mais velha poderia inverter essa lógica, exercendo a dominação sobre o marido, com o agravante de que ela “por natureza já tem o instinto de ser “mandona””, como se vivêssemos em uma sociedade matriarcal na qual os homens fossem constantemente oprimidos pelas mulheres. Por outro lado, também demarca a questão geracional em absoluto desfavor em relação à mulher. Essa é a forma de sociedade que Edir Macedo sonha ver estruturada.  

 Em determinado trecho do artigo supra citado ele salienta que “(...) A mulher normalmente envelhece mais cedo que o homem, e quando ela chega à meia-idade, o marido, por sua vez, está maduro mas não tão envelhecido quanto ela. E a experiência tem mostrado que é muito mais difícil, mas não impossível, manter a fidelidade conjugal.” . Percebemos, através da leitura, que a infidelidade conjugal, considerada como um pecado para os cristãos, respalda-se na figura da mulher que, envelhecida, tendo perdido a beleza da juventude, não seria mais capaz de atrair as atenções de seu parceiro. O bispo com sua tese, reforça o preconceito, do ponto de vista geracional  desqualifica os idosos, não todos, mas as mulheres. E, não contente com isso, ainda, digamos, justifica infidelidade, se a companheira tiver já certa idade. Mulher não é sujeito de suas ações, de suas escolhas, essa é a tônica das orientações aos seguidores da Universal. Uma face da opressão às mulheres, praticada pelo séquito de Edir Macedo.

         Além do absurdo dessas constatações, temos ainda uma postura criminosa no que se refere ao quesito “raça”. Para Edir Macedo, “Não haveria nenhum problema para o homem de Deus se casar com uma mulher de raça diferente da dele, não fossem os problemas da discriminação que seus filhos poderão enfrentar nas sociedades racistas deste mundo louco.”. Ora, a face mais absurda do racismo se mascara nessa afirmação, uma vez que as pessoas de diferentes origens étnicas não poderiam manter um laço afetivo, uma relação amorosa, por temor as agressões que poderiam sofrer ao firmarem esse compromisso ou porque seus filhos seriam estigmatizados, ou seja,  sofrerem discriminação racial. Se “as sociedades racistas deste mundo louco” se perpetuam, a Igreja Universal do Reino de Deus tem sua parcela de responsabilidade nesse quadro, pois prega em seus cultos a intolerância religiosa – como os ataques às religiosidades afro-brasileiras e africanas -, a agressão às pessoas de orientações sexuais diferentes das defendidas pela seita – gays, lésbicas, travestis, transexuais,- sendo que, nesse caso, o livre exercício da sexualidade é tratado como doença.  

          Amenizando sua parcela de culpa, Edir Macedo salienta que “Temos vários homens de Deus casados com mulheres de raças diferentes. Não teríamos absolutamente nada a comentar a este respeito, mas temos visto este tipo de problema acontecendo com as crianças dentro das nossas igrejas, em outros países”.Esse tipo de problema, mencionado pelo pastor é a discriminação racial,  contudo, o que, para ele é apenas um “problema”, para os movimentos civis organizados é  racismo mesmo,  uma discussão que perpassa a sociedade brasileira. O racismo deve ser combatido em todas as instâncias da sociedade e a Igreja, lugar onde muitos procuram alento, tornou-se, até onde podemos aferir – e conforme as palavras do próprio pastor - um local de reprodução de práticas racistas. A postura Eugenista do líder da Igreja Universal reflete o racismo presente na sociedade, e deve ser escancarada e combatida. A intolerância, o desrespeito, a valorização de atitudes que diminuem as mulheres, o machismo que leva à violência contra a mulher, são as mensagens levadas por Macedo e seus seguidores.

         Como feministas e revolucionárias, que lutam por um mundo justo, igualitário, em que as pessoas possam exercitar livremente suas opções, não devemos nos calar diante dessa falácia que se transveste nos discursos religiosos. Nossa tarefa é denunciar e combater nos marcos de um outro tipo de sociedade que não essa, as mazelas sociais e demonstrar que, na verdade, esse tipo de discurso visa reproduzir todas as injustiças da sociedade capitalista e burguesa,particularmente, de forma histórica contra a mulher.

COLETIVO DE MULHERES ANA MONTENEGRO, 18/07/2012

sábado, 16 de junho de 2012

II FÓRUM MUNDIAL DE MÍDIA LIVRE - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO - CAMPUS PRAIA VERMELHA

PROGRAMAÇÃO

DIA 16 (sábado)

9h abertura – Auditório Pedro Calmon

O II Fórum Mundial de Mídia Livre e a Rio+20: A luta da comunicação e da cultura como bens comuns

11h – Painéis simultâneos
Eixo 1 – Direito à Comunicação – Auditório Pedro Calmon
Temas em debate: acesso à informação; liberdade de expressão; liberdade na internet; agressões a jornalistas; criminalização da mídia livre; conglomerados mundiais de comunicação e o discurso hegemônico sobre desenvolvimento

Eixo 2 – Apropriação Tecnológica
– Auditório CPM
Temas em debate: novos modelos organizacionais e econômicos; protocolos livres; liberdade de internet; espectro livre e tecnologia digital (rádio e TV digital); formação para apropriação tecnológica
13h – Almoço

14h – Painel Eixo 3 – Políticas Públicas – Auditório Pedro Calmon
Temas em debate: comunicação e democracia; marcos regulatórios; padrões internacionais e boas práticas de regulação; sistema público de comunicação; rádios comunitárias; rádios livres; sustentabilidade das mídias livres
16h – 18h
Atividades autogestionadas

Oficina de Vídeo em Celular – Cinema Nosso – Laboratório TV (CPM)
Imagem da Mulher na Mídia – Coletivo de Mulheres Ana Montenegro – Sala 202 (Módulo) -
Protocolos para as redes livres II – Alquimídia, Soylocoporti e Coredem – Sala 203 (Módulo)
Oficina Inclusiva – Escola de Gente – Sala Pontão (CPM)
Partilhando informação, rede de intercâmbio e mídias livres: como colocá-los ao serviço das resistências e da transição? - Coredem, Ritimo, Ejoussour, Bastamag, Foro China Europa – Sala 2 (Módulo)
Oficina de rádio Maluco Beleza – Saúde mental e comunicação – Sala 1 (Módulo)
Espectro Aberto e Radio/TV Livre – Rádio Muda – Sala 108 (Palácio Universitário)
O impacto da mídia livre nas lutas sociais e criminalização da pobreza – Sala 201 (Módulo)
De todo canto pra todo canto: Rádio Muzaiko, uma nova rádio comunitária internacional via internet – Laboratório de Rádio (CPM)
O Poder da Imagem - Reflexoes sobre Fotografia e Documentario + Exposicao Revolver (v.t. 1. Agitar em vários sentidos; agitar. 2. Examinar cuidadosamente. 3. Revirar.) – Auditório CPM
Democratizar a comunicação para o Bem Viver – ALAI, ALER, Minga, Barao de Itararé e Enlace de Medios para la Democratización de la Comunicación – Auditório Pedro Calmon

18h – 20h
Exibição de vídeos – Auditório CPM
Cúpula do Rio – Imagens e pensamentos da juventude carioca / Simone Colucci / 3min 
Trailler do Documentário  Carioquinhas da Gema / Simone Colucci/ 3min  
O petróleo tem que ser nosso – Última Fronteira/ Rafael Duarte/ 15min 
Usar o anarquismo/ Arquivo Nacional/ 8min 
Vozes do Clima/ Augustin Kammerath / 18min 
Witess no Rio/ Augustin Kammerath / 5min 
É tudo mentira/ Augustin Kammerath / 12min 
Território de Sacrifício ao Deus do Capital - O Caso da Ilha da Madeira/ Silvio Cesar Alves Rodrigues / 20min 
 DIA 17 (DOMINGO)

9h – Painéis simultâneos

Eixo 4 – Movimentos Sociais – Auditório Pedro Calmon

Temas em debate: Produção de conteúdo e informação pela sociedade civil (incluindo o debate sobre a disputa de valores em torno do desenvolvimento sustentável); as lutas nas redes e nas ruas e o ativismo global; como aumentar o impacto da mídia livre nas lutas sociais; sinergia entre plataformas regionais de informação; troca de experiências e iniciativas; os midialivristas e o processo do Fórum Social Mundial

Mulher, mídia e bens comuns
– Auditório CPM
Temas em debate: invisibilidade e exclusão da história das mulheres; liberdade de expressão e negação da memória; lutas das mulheres nas redes sociais; das Marchas das Vadias às denúncias de discriminação das mulheres na Primavera Árabe; produção de conteúdo pelo direito à igualdade e diversidade de gênero e raça na rede; regulação de mídia e a questão da representação da imagem da mulher; o potencial de impacto desse debate nas redes sociais.

10h30 – Plenária Geral – Auditório Pedro Calmon
Organização de estratégias e encaminhamento de propostas para a Plenária de Convergência da Cúpula dos Povos sobre Bens Comuns

14h – 16h
Atividades autogestionadas
TV social na web - Instituto Imagem Viva Zora Midia – Laboratório de TV (CPM)
Mulheres de expressão - Mulheres se adaptando às mudanças climáticas – Artigo 19, Sabiá, Vitae Civilis, Rádio Z FM Unicomlivre – Sala 202 (Módulo)
Sobrevivência dos jornalistas e da liberdade de informação – Sala 203 (Módulo)
Oficina de Educomunicação – Conselho Nacional de Juventude, Rejuma, Viração, Reju, Instituto Raízes da Tradição, Cuca UNE, Rede Fale, REJOC – Sala Pontão (CPM)
Por uma outra política - Apresentação do Partido Pirata do Brasil – Sala 2 (Módulo)
Espacios compartidos de Medios de comunicación alternativos – Asociación de cabildos indígenas del norte del cauca (Colombia) – Sala 1 (Módulo)
Mídia e Favela: comunicação e democracia da perspectiva dos espaços populares urbanos – Observatório de Favelas – Sala 108 (Palácio Universitário)
Vozes Silenciadas: debate acerca da cobertura da mídia sobre o MST – Intervozes – Sala 201 (Módulo)
Hiperrealidade, manipulação política e fabricação do (con) senso comum: contribuição filosófica ao debate sobre mídia livre e justiça social – Laboratório de Rádio (CPM)
Roda de conversa: Comunicação e Cultura, novas perspectivas no MinC para a agenda da Comunicação – Auditório CPM
Fóruns Sociais Locais. O Mundo, a praça e o diálogo - Rede de Facilitadores de Fóruns Locais do Brasil e da França – Auditório Pedro Calmon

16h – 18h
Atividades autogestionadas
Oficina de Acervos Digitais – Fórum dos Pontos de Cultura da BA, Condomínio do Empreendedor Cultural, Pontão de Cultura Digital Iteia, Instituto Intercidadania, CDC – Laboratório de TV (CPM)
Roda de conversa- Internet,sociedade e democracia: O uso das redes sociais como instrumento de resistência e representação dos movimentos de mulheres – Sala 202 (Módulo)
Laboratório de Traduções Interculturais – Instituto Imersão Latina, Soylocoporti, Ciranda – Sala 203 (Módulo)
Oficina de cartazes minimalistas – Sala Pontão (CPM)
A TV dos Trabalhadores - Sindipetro-RJ, CUT-RJ, Núcleo Piratininga de Comunicação – Sala 2 (Módulo)
A Influência do Marketing Político e da Mídia Televisiva no Processo Eleitoral Brasileiro - Universidade Federal de Pelotas, Fundação Simon Bolivar, UNE – Sala 1 (Módulo)
Reunião rumo ao Fórum Social Mundial Palestina Livre - Alternative Information Center, Ciranda, Comitê Brasileiro e Comitê Palestino – Sala 108 (Palácio Universitário)
Recursos cinematográficos e movimentos sociais: debate e mini-curso – Sala 201 (Módulo)
Pocket Eu sou negão: mídia comunitária impressa, identidade e enfrentamento do racismo - Instituto Comvida (Camaçari-BA) – Laboratório de Rádio (CPM)
Construção da estratégia Redes em Rede para a inclusão socioprodutiva: desafios de uma nova economia com Tecnologia Social – Revista Fórum, Fora do Eixo, Fundação Banco do Brasil – Auditório CPM
4º Encontro Nacional de Adolescentes e Jovens Comunicadores – Viração, UNICEF, Agência Jovem de Notícias, FES, Centro de Competencia en Comunicacion para America Latina e Outras Palavras – Auditório Pedro Calmon

18h – 20h
Exibição de vídeos – Auditório CPM

Oscar Niemeyer: O construtor de sonhos / Délcio Marinho / 30min
Tambores e metais: é hora de verdejar / Arquivo Nacional/ 12min 
O Paço de Madureira/ Arquivo Nacional/ 12min 
Documentário do Fórum de Crianças e Adolescentes em Situação de Rua (Fórum de Meninos/as) / Márcia Gatto/ 20min 
Recolher não é Acolher – É BARBÁRIE!/ Recolhimento Nunca Mais/ 5h25 Nos Caminhos do Lixo /  
Nos Caminhos do Lixo (as catadoras de Jacutinga)/ Eunice Gutman/ 29min.